Brasília, 5 - A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), defendeu hoje o fim da distinção entre agricultura empresarial e familiar. "Não é (nosso) objetivo causar conflito entre os dois tipos de agricultura.

Brasília, 5 - A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), defendeu hoje o fim da distinção entre agricultura empresarial e familiar. "Não é (nosso) objetivo causar conflito entre os dois tipos de agricultura. Não pode haver a agricultura do mal e do bem", afirmou. "A ideia é caminhar no sentido de garantir renda para todos que estão no campo", completou. A senadora contestou as análises que apontam aumento na concentração de terras no Brasil e disse que se a riqueza de um Estado fosse contabiliza a partir do número de propriedade rurais o Maranhão seria um Estado rico. "Se divisão de terra significasse riqueza, o Maranhão seria um Estado rico. Os indicadores sociais do Maranhão seriam os melhores", completou. A CNA divulga hoje dados do estudo "Quem produz o que no campo: quanto e onde", feito por uma pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Análises feitas após a divulgação do último Censo Agropecuário indicam que a agricultura familiar representa 30% do Valor Bruto da Produção (VBP). De acordo com a senadora, a CNA pediu para que a FGV "emprestasse sua credibilidade para mostrar que essa visão está equivocada".

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