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CMN: Petrobras terá limite próprio de exposição a risco

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu hoje excluir o setor petrolífero, controlado direto ou indiretamente pela União, do limite específico de exposição a risco para as empresas estatais. Com essa decisão, a Petrobras terá um limite próprio de exposição a risco, que será de 25% do patrimônio de referência do Baco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Agência Estado |

Nesse porcentual, não será incluída a participação societária do BNDES na Petrobras.

O chefe-adjunto do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do Banco Central, Sérgio Odilon dos Anjos, explicou que o setor petrolífero estatal estava incluído no limite específico de exposição a risco no conjunto das empresas da União. Ou seja, todas as empresas federais tinham juntas um limite de 25% do patrimônio de referência do banco. Sem a Petrobras, as outras estatais continuarão com os mesmos 25%.

Odilon dos Anjos explicou ainda que, para as demais empresas, eventuais compras de ações pelo BNDES são incluídas no limite de exposição a risco por cliente. No caso da Petrobras, as participações societárias detidas pelo BNDES não são computadas no cálculo do limite de exposição.

O chefe do Departamento não soube informar qual era a situação da Petrobras dentro do BNDES. Limitou-se a afirmar que o CMN considerou necessário retirar o setor petrolífero, controlado pela União, do limite conjunto das empresas do governo federal.

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