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CMN elimina limite de empréstimos da Petrobras no mercado interno

BRASÍLIA - Para que a Petrobras possa fugir dos custos elevados do escasso crédito internacional, o Conselho Monetário Nacional (CMN) eliminou os limites de endividamento bancário da estatal no mercado doméstico. Agora, a empresa poderá buscar recursos para investimentos na exploração da camada de petróleo do pré-sal, por exemplo, de acordo com metas próprias.

Valor Online |

Segundo o Tesouro Nacional, recentemente o CMN tinha flexibilizado as regras de endividamento para a Petrobras. Havia um teto de R$ 5,6 bilhões para a Transpetro (Petrobras Transporte), ao qual foram adicionados R$ 8 bilhões.

Pela autorização desta quarta, a estatal fica sem limites para endividamento no mercado interno, ganhando mais liberdade para realizar operações internas e externas mais favoráveis à sua programação de investimentos.

As condicionantes serão apenas as metas fixadas no Programa de Dispêndio Global (PDG) que a Petrobras submete ao governo todo inicio de ano, e o limite de operação de crédito do banco por cliente. Cada banco não pode emprestar volume superior a 25% de seu patrimônio ao mesmo cliente.

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