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CMN aprova limite de tempo para valores não tomados do crédito rural

Brasília, 11 - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje decisão que limita a prorrogação da oferta dos valores destinados ao crédito rural e que não foram tomados pelo mercado. A decisão prevê que se um banco não conseguir emprestar todo o montante previsto pela exigibilidade, a instituição terá apenas 12 meses para oferecer o restante do valor exigido sem punição.

Agência Estado |

Se, mesmo após esse período não conseguir emprestar todo o exigido, o banco terá de pagar multa. Na regra atual, a prorrogação pode ser feita de forma indefinida. Segundo o Banco Central, bancos têm atualmente cerca R$ 2,760 bilhões disponíveis e que não foram emprestados.

Pelas regras, bancos têm de destinar ao crédito para o campo 75% dos depósitos da poupança rural e 25% dos depósitos à vista. Caso não cumpram a regra, há multa de 20% sobre o valor recolhido da poupança rural e não emprestado. No caso dos depósitos à vista, a multa é de 40%.

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