A classificação do etanol de cana-de-acúcar como um biocombustível avançado pela Agência Americana de Proteção Ambiental (EPA), em fevereiro, foi comemorada pela indústria da cana brasileira. Para os usineiros, essa decisão deveria abrir as portas do mercado americano, pois contribuiria para a queda da tarifa de importação imposta pelos Estados Unidos ao biocombustível brasileiro.

A classificação do etanol de cana-de-acúcar como um biocombustível avançado pela Agência Americana de Proteção Ambiental (EPA), em fevereiro, foi comemorada pela indústria da cana brasileira. Para os usineiros, essa decisão deveria abrir as portas do mercado americano, pois contribuiria para a queda da tarifa de importação imposta pelos Estados Unidos ao biocombustível brasileiro. Temia-se no entanto que o lobby dos produtores americanos de milho, principal matéria prima do etanol produzido nos EUA, pudesse fazer com que as barreiras comerciais vigentes contra o etanol brasileiro fossem mantidas.

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