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Claro: Telefonia móvel deve ter avanço de dois dígitos em 2009

O presidente da Claro, João Cox, diz não ter a menor dúvida de que a base de assinantes de telefonia móvel crescerá dois dígitos em 2009, a despeito da crise financeira global, que encareceu o dólar e escasseou o crédito. Eu não estou preocupado com a crise.

Agência Estado |

Crise, para mim, é oportunidade", afirmou hoje, durante encontro com jornalistas.

Segundo ele, a gestão adequada de custos da operadora é um dos motivos a lhe dar confiança para manter, em 2009, o mesmo volume de investimento desembolsado em 2008. No calendário vigente, a empresa investiu mais de R$ 2 bilhões, de acordo com Cox. Este valor considera R$ 1,47 bilhão destinado à compra das licenças de telefonia celular de terceira geração (3G), cifra que não deve se repetir no investimento em ativo permanente (Capex) programado para 2009.

"Não estamos reduzindo investimento em marketing, subsídios ou Capex", destacou o executivo, complementando que, se houver a licitação de novas faixas de freqüência para telefonia celular, a Claro vai comprar.

Outra motivação para o setor, na avaliação do executivo, é que os usuários de telefonia que precisarem cortar custos podem optar por celulares pré-pagos, em vez de manter linhas fixas com assinatura mensal. "O celular é um bem de extrema importância, as pessoas precisam se comunicar. E ele pode, no pré-pago, usar o valor da assinatura de telefone fixo para falar."

Ele reconheceu, no entanto, que a ascensão do dólar trará impacto no preço dos aparelhos celulares, embora ainda não tenha decidido se repassará este custo ao consumidor final ou carregará mais a mão em subsídios. "A conta tem que fechar. Com redução de dois anos para um ano do tempo permitido para a fidelização do cliente no contrato, o governo definiu, na prática, menos subsídio", afirmou. Ele destacou, porém, que o fato de a Claro pertencer ao grupo America Móvel lhe dá a garantia de comprar os aparelhos a um preço mais atrativo do que o de mercado. "Não pagamos, na realidade, o dólar do Brasil. Estamos entre os três maiores compradores de celulares do mundo, o que torna os preços mais adequados", garantiu.

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