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Claro diz que não é contra prorrogação de prazo para pagamento de 3G

A Claro diz não ser contra nem a favor do pleito de suas concorrentes de modificar o prazo de pagamento das licenças de terceira geração (3G) de telefonia móvel, previsto para 10 de dezembro. Embora tenha pago à vista as licenças arrematadas no leilão de 3G, a empresa diz que tem acompanhando a movimentação do setor para assegurar os investimentos necessários para mantê-lo entre os segmentos mais pujantes da economia brasileira.

Agência Estado |

Promovido em dezembro de 2007, o leilão de 3G movimentou, no total, R$ 5,3 bilhões. Com exceção da Claro, que pagou R$ 1,4 bilhão à vista quando da assinatura do contrato, em abril, todas as operadoras pagaram apenas 10% do valor das licenças. Agora, pelas regras do edital, têm de quitar o débito à vista ou parcelar o valor na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Esta opção, no entanto, é considerada desvantajosa pelo empresariado, pois custa a variação do IST (Índice dos Serviços de Telecomunicações), mais juros simples de 1% ao mês, retroativos à assinatura do contrato.

Além de prorrogar o prazo do pagamento das freqüências 3G, algumas operadoras móveis, como a Vivo, querem adiar o pagamento do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações). A taxa incide sobre a base de clientes das operadoras (cerca de R$ 13,00, pagos em março de cada ano) e também sobre as novas linhas ativadas (R$ 26,00).

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