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Uma das últimas a se instalar no Brasil na leva de novas montadoras que chegaram ao País a partir do fim dos anos 90, num período em que o mercado dava sinais de saturação e de que não haveria espaço para tantas fábricas, a PSA Peugeot Citroën já fala em ampliar a fábrica de Porto Real (RJ), que opera em três turnos e no limite da capacidade produtiva. O presidente da Citroën do Brasil, o francês Jean Louis Orphelin, no cargo há um mês, diz que em 2010 - quando o primeiro carro da marca desenvolvido no Brasil começar a ser produzido - serão necessários novos investimentos para ampliação da fábrica, inaugurada em 2001.

Naquele ano, as vendas somaram 1,6 milhão de veículos, volume que nos três anos seguintes despencou ainda mais.

Embora detenha 2,5% do mercado brasileiro, a marca conta com aval da matriz francesa para novos investimentos, já que o Brasil é o mercado em que a Citroën mais cresce atualmente. As vendas este ano aumentaram 80%, enquanto na Rússia cresceram 45%, na China 12% e na França 5%. "O segundo semestre será mais fraco, por isso apostamos que fecharemos o ano com aumento de 55%, ainda assim o mais alto do grupo", diz Orphelin. A expectativa é de vendas de 78 mil a 80 mil carros até dezembro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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