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Circulação no Hilton será limitada durante encontro

A organização da reunião do G-20, comandada pelo Ministério da Fazenda, definiu ontem os últimos detalhes do esquema de segurança do evento. Acompanhados pela Polícia Federal e pela Polícia Militar, os representantes da Fazenda percorreram o entorno do hotel Hilton São Paulo Morumbi, que sediará o encontro do G-20 no fim de semana.

Agência Estado |

O hotel vai ficar fechado para a imprensa e visitantes. Apenas hóspedes com reservas anteriores ao evento devem permanecer. De acordo com um funcionário do Hilton, a organização reservou 300 dos 487 quartos do hotel para o evento. A circulação de pessoas em volta do hotel será restrita.

"A Polícia Militar ficou encarregada do perímetro do hotel e a Polícia Federal vai cuidar de dentro", diz o coronel Luiz de Castro Júnior, da PM. Durante a presença de Lula, o Exército vai reforçar a proteção do local. A segurança pública, desfalcada pela greve da Polícia Civil, desde 16 de setembro, preocupa a organização do evento.

O Movimento Sem-Terra (MST) confirmou que fará uma manifestação no local da reunião, no fim de semana. "Vamos protestar contra Bush e contra a política brasileira de biocombustíveis", informou a entidade. Ainda não foi definido, no entanto, como serão as manifestações.

O MST confirmou também que no dia 20 fará uma nova manifestação, para reforçar o ato do dia 8. A Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas) também confirmou que realizará uma manifestação nos dias 8 e 9, mas não informou detalhes. O PSTU estará no grupo do Conlutas, reforçando a manifestação.

Os grupos ambientais World Wild Foundation e Greenpeace disseram estar estudando a possibilidade de fazer ações durante o encontro do G-20, mas até o fechamento desta edição ainda não tinham definido se realizariam alguma manifestação.

Até ontem à tarde, o Hilton não registrava a chegada de nenhuma delegação ligada ao evento. No hotel Grand Hyatt, os funcionários aguardavam a chegada dos jornalistas e as instruções sobre o esquema de segurança.

Na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, em frente ao Hilton, o gerente da Panificadora União Fialense, Francisco Almeida, de 56 anos, espera um aumento de 20% na clientela do fim de semana. "Parte dos funcionários de apoio come aqui." Almeida comemora o bom momento. "Na semana passada, recebemos aqui mecânicos da Fórmula 1."

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