No início deste ano, a Votorantim Cimentos e a Camargo Corrêa bateram a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) na disputa pela Cimentos de Portugal (Cimpor). A CSN queria o controle da empresa, mas Votorantim e Camargo compraram fatias de outros sócios e inviabilizaram o negócio.

No início deste ano, a Votorantim Cimentos e a Camargo Corrêa bateram a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) na disputa pela Cimentos de Portugal (Cimpor). A CSN queria o controle da empresa, mas Votorantim e Camargo compraram fatias de outros sócios e inviabilizaram o negócio. Os dois grupos hoje administram, juntos, mais de 60% da cimenteira portuguesa. A Camargo Corrêa comprou participação de 31% na empresa, enquanto a Votorantim tem 21,2% - mas, graças a um acordo com a Caixa Geral de Depósitos, instituição financeira que representa os interesses do governo português na Cimpor, administra outros 10% do negócio. Segundo o presidente da Votorantim Cimentos, Walter Schalka, a aquisição foi importante para consolidar a presença da empresa no mercado externo, que já inclui 20 países. A Cimpor tem uma produção total de 33 milhões de toneladas de cimento e atua em 13 nações. E Schalka avisa que a Votorantim pode fazer novas aquisições no exterior: "A fatia do mercado externo (na produção total da Votorantim) vai continuar a crescer."

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