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Chrysler nega que Nardelli seja indenizado por sua venda

Washington, 23 out (EFE).- A montadora de automóveis Chrysler negou hoje a informação divulgada pelo jornal The Wall Street Journal de que o executivo-chefe da empresa, Bob Nardelli, será indenizado por sua venda.

EFE |

A Chrysler também especificou as perdas do grupo durante o segundo trimestre. A empresa alemã Dailmer, que possui 19,9% do Grupo Chrysler, anunciou hoje perdas de 351 milhões de euros em função de sua participação.

Entretanto, a Chrysler disse que de acordo com normas contábeis nos Estados Unidos, a perda líquida de Daimler foi de apenas 88 milhões de euros, "dos quais 76 milhões de euros são atribuíveis à unidade de automóveis Chrysler LLC".

A Chrysler disse que adiantará o fechamento da fábrica de Newark (EUA) e eliminará um turno de trabalho em Toledo (EUA) "em resposta à contínua crise econômica global e à contração do setor automobilístico, assim como o contínuo movimento do mercado para veículos menores".

A eliminação do turno de Toledo e o fechamento da fábrica de Newark acontecerão em 31 de dezembro deste ano.

A primeira cortará 825 empregados, enquanto a segunda resultará na perda de mil empregos.

Em Toledo (que tem 2.100 empregados) se produzem o Dodge Nitro e o Jipe Liberty. Em Newark se produzem as caminhonetes Dodge Durango e Chrysler Aspen.

A respeito da indenização de Nardelli, o "Wall Street Journal" disse que seu contrato inclui um pagamento por "mudança no controle" de Chrysler.

Segundo o fabricante, tanto a Cerberus (proprietária de 80,1% da Chrysler) como Chrysler disseram ao jornal nova-iorquino que "não era verdade" que Nardelli tivesse "um acordo por escrito ou nenhum outro compromisso" com a Cerberus ou a Chrysler sobre qualquer forma de compensação em caso da "mudança de controle".

Chrysler assinalou que o "Wall Street Journal" admitiu seu erro e decidiu retirar a matéria, mas que algumas edições apareceram com a informação.

A Cerberus está em negociação com várias empresas -entre elas General Motors e Renault-Nissan, segundo informações surgidas nos últimos dias- para a venda do Grupo Chrysler, embora nenhuma das partes interessadas confirmaram oficialmente as negociações. EFE crd/jp

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