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PEQUIM - A Aluminum Corporation of China (Chinalco), maior produtora de alumínio do país, afirmou nesta quarta-feira que vê uma tendência de alta nos preços globais dos metais não-ferrosos. Os preços do alumínio despencaram mais de 50% neste ano após atingir um pico em 2008, e foram gradualmente se recuperando mais tarde.

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Nesta quarta-feira, o preço do metal para três meses na bolsa de Londres chegou a US$ 2,1 mil a tonelada, contra menos de US$ 1,3 mil em fevereiro.

"Atualmente, a indústria de metais não-ferrosos está se estabilizando e se aquecendo, mas o mercado ainda não está muito estável", disse Xiong Weiping, presidente da Chinalco, à agência de notícias oficial Xinhua.

"Mas a recuperação econômica global vai promover uma recuperação contínua no consumo e produção de metais não-ferrosos", completou.

Xiong afirmou que as expectativas de inflação global vão ajudar a elevar os preços do metal, apesar de haver pressão de capacidades extras.

"Para resumir, os preços dos metais não-ferrosos devem ficar flutuando, mas com tendência de alta", disse ele entrevista à Xinhua.

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