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China volta a ser exportador líquido de gasolina

A China passou a ser exportador líquido de gasolina em setembro pela primeira vez desde abril, em meio aos altos estoques e à desaceleração da demanda doméstica. No mesmo mês passado, no entanto, o país permaneceu como importador líquido de carvão, mas com uma margem muito maior do que a de agosto, já que os preços domésticos do produto ainda estão mais altos do que os do mercado internacional.

Agência Estado |

Os dados foram divulgados hoje pela Administração Geral de Alfândega da China.

De acordo com o órgão, a China exportou 200 mil toneladas de gasolina em setembro, acima das 149.187 toneladas de agosto. As importações do produto no mês passado totalizaram 112.850 toneladas, bem abaixo das 382.151 toneladas importadas em agosto. Desde abril, a China se tornou um grande comprador de gasolina para formar estoques para os Jogos Olímpicos de Pequim, tendo atingido um pico de 416.123 toneladas de gasolina importada em julho.

Os altos estoques de gasolina, depois das Olimpíadas, e a desaceleração da demanda doméstica levaram a China a exportar mais gasolina, segundo analistas. Para eles, a China deverá exportar entre 200 mil e 230 mil toneladas de gasolina em outubro, enquanto as importações no mês não deverão ser maiores do que 100 mil toneladas.

A importação de diesel também diminuiu no mês passado em comparação a agosto, para 340 mil toneladas. Em relação ao mesmo mês do ano passado, porém, as importações de diesel mais que dobraram. Também em relação a setembro de 2007, as importações de querosene cresceram 8,1%, para 480 mil toneladas, enquanto a importação de óleo combustível caiu 19,7%, para 1,39 milhão de toneladas.

Durante o mês de setembro, a China importou 3,7 milhões de toneladas de carvão, 2,1% acima da importação registrada no mesmo mês de 2007. O país importou 1,6 milhão de toneladas a mais do que exportou em setembro. Em agosto, as importações haviam superado as exportações por apenas 420 mil toneladas. A importação total de carvão nos primeiros nove meses deste ano caíram 16,2% em relação ao mesmo período do ano passado, para 32,37 milhões de toneladas, enquanto as exportações atingiram 35,72 milhões. As informações são da Dow Jones.

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