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China já é a 3ª economia do mundo

Dados revisados sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados ontem pelo governo de Pequim mostram que a China é desde 2007 a terceira maior economia do mundo, à frente da Alemanha e atrás apenas dos Estados Unidos e Japão. De acordo com os novos números, a China cresceu 13% no ano retrasado, e não 11,9%, como estimado anteriormente.

Agência Estado |

Com isso, seu PIB alcançou US$ 3,40 trilhões, acima dos US$ 3,32 trilhões registrados pela Alemanha no mesmo período.

A distância entre as duas economias aumentou ainda mais em 2008, mas os números oficiais de crescimento ainda não foram divulgados. As estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam que a economia chinesa atingiu em 2008 US$ 4,22 trilhões, enquanto a alemã ficou em US$ 3,8 trilhões. As previsões consideram índices de crescimento de 9,7% e 1,85%, respectivamente, níveis otimistas diante do impacto da crise financeira global.

A economia chinesa cresce a um ritmo médio anual de quase 10% desde 1978, quando o Partido Comunista aprovou a proposta de reforma e abertura apresentada por Deng Xiaoping. A velocidade da expansão fez com que o país asiático saltasse da sétima para a terceira colocação no ranking das maiores economias do mundo no período de dois anos, entre 2005 e 2007, deixando para trás Itália, França, Inglaterra e Alemanha.

A crise internacional freou a rapidez do avanço chinês e deverá diminuir seu crescimento a níveis próximos de 7% em 2009, que seria o menor desde 1990, quando o PIB teve aumento de 3,8%. Naquela época, o país sofreu o impacto de sanções econômicas impostas pela comunidade internacional em reação ao massacre de estudantes que realizavam manifestações pró-democracia na Praça da Paz Celestial.

Mesmo com a desaceleração, a China poderá atingir o posto de maior economia do mundo antes de 2030, caso mantenha um ritmo de crescimento expressivo.

Desde o início desta década, a expansão do país foi acompanhada pela explosão no valor de suas reservas internacionais, alimentadas por superávits na balança comercial e recordes em investimento estrangeiro direto.

As reservas chinesas se tornaram as maiores do mundo e, só no ano passado, tiveram aumento de US$ 418 bilhões, para US$ 1,95 trilhão - o total das reservas brasileiras não ultrapassa US$ 200 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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