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China estuda reduzir imposto p/ exportação de eletrônicos e máquinas

A China estuda um plano para aumentar o desconto do imposto de exportação para produtos de alta tecnologia, eletrônicos e maquinários, de acordo com duas fontes familiarizadas com a proposta.

Agência Estado |

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A iniciativa mostra que Pequim pretende impulsionar o crescimento econômico à medida que as economias avançadas se enfraquecem.

Ambas as fontes, que não quiseram ser identificadas, disseram que o plano elevaria de quatro para oito pontos porcentuais o abatimento do imposto de exportação sobre a maior parte destes produtos. A proposta, que depende de aprovação do Conselho de Estado, prevê a redução da alíquota do imposto sobre máquinas e produtos eletrônicos de alto valor agregado, e sobre itens como eletrodomésticos e produtos digitais.

O fato de o plano se concentrar nos produtos sofisticados e de alto valor agregado sugere que Pequim também está usando o apoio às exportações como oportunidade para reestruturar a economia doméstica. Neste ano, a China vem crescendo num ritmo mais lento em parte por causa da desaceleração dos EUA, do Japão e da União Européia.

Os produtos eletrônicos e o maquinário constituíram 58% das exportações chinesas no ano passado, e os produtos de alta tecnologia, 29%, mas alguns itens podem ser classificados em ambas as categorias.

O crescimento das exportações nos primeiros oito meses deste ano diminuiu para 22,4%, de 25,7% em todo o ano passado, enquanto a expansão do produto interno bruto (PIB) diminuiu para 10,1% no segundo trimestre, de 10,6% no primeiro.

O aumento do desconto no imposto de exportação é a mais recente medida de política fiscal contemplada pela China, e se seguiria ao corte dos juros efetuado neste mês. A partir da próxima quinta-feira, entra em vigor a redução do depósito compulsório dos bancos.

Em julho, os líderes chineses decidiram que crescimento econômico estável e redução da inflação seriam as prioridades para os formuladores de políticas públicas.

A desaceleração dos preços ao consumidor nos últimos meses deu ao governo chinês mais espaço para estimular o crescimento, em meio à crise no setor financeiro dos EUA. As informações são da Dow Jones.

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