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China envia US$ 350 milhões para AL e torna-se membro do BID

SÃO PAULO - O governo chinês está injetando US$ 350 milhões em projetos de desenvolvimento na América Latina e Caribe. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que cuidará da destinação dos recursos, anunciou hoje que o país tornou-se o mais novo membro colaborador do banco de fomento internacional.

Valor Online |

Do total enviado pela China, US$ 125 milhões irão para o Fundo para Operações Especiais do BID, que oferece financiamentos para Bolívia, Guiana, Haiti, Honduras e Nicarágua. O organismo ainda vai receber outra fatia, de US$ 75 milhões, que será destinada para fundos de investimento diversos que atuam no fortalecimento dos Estados, incluindo governos municipais e instituições do setor privado.

A China também contribuirá com US$ 50 milhões para o Fundo Multilateral de Investimentos, administrado pelo BID, que é voltado para o incentivo das microempresas. Além disso, outros US$ 25 milhões irão para o recém criado Fundo para Aumento da Produtividade e Promoção do Crescimento Econômico Inclusivo (Fumin).

No processo de formalização para a China tornar-se membro do BID, os recursos serão usados para comprar 184 ações, ou 0,004% do capital ordinário do organismo, que ficou disponível depois da dissolução da Iugoslávia. Ao unir-se oficialmente com o banco, a China passa a ter representação nas áreas de direção do BID.

Os US$ 75 milhões restantes serão destinados a um fundo de capital acionário a ser administrado pela Corporação Interamericana de Investimentos (CII) - também integrante do Grupo BID -, que faz empréstimos a pequenas e médias empresas. Mais uma vez, a China adquirirá 16% do capital subscrito da CII, tornando-se membro da entidade.

(Adilson Fuzo | Valor Online)

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