SANTIAGO (Reuters) - A chilena CMPC, uma das maiores produtoras de celulose do mundo, disse nesta segunda-feira que espera para abril uma recuperação gradual de parte substancial da capacidade de produção em quatro unidades, após o terremoto que atingiu o Chile em 27 de fevereiro. No balanço referente ao quarto trimestre e a 2009, a companhia afirmou que logo após o terremoto todas as unidades paralisaram suas operações e ativaram seus planos de contingência. Em 5 de março, data da divulgação do resultado da companhia, algumas unidades já estavam novamente em operação.

No final do ano passado, a CMPC adquiriu da Fibria a unidade de Guaíba (RS) por 1,43 bilhão de dólares.

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