A presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou que o país será admitido na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em meados de dezembro. Todos os sinais que recebemos claramente indicam que em 15 de dezembro o Chile se tornará um membro ativo da OCDE, disse Bachelet durante um seminário realizado em Portugal.

Ela classificou a admissão como uma "notícia muito boa" e disse que o país sul-americano foi reconhecido por possuir um gerenciamento econômico sólido.

Para participar da OCDE, o Chile precisou modificar leis sobre governança corporativa e responsabilidade jurídica em casos de suborno. A última lei necessária para a admissão do país na OCDE, relacionada à troca internacional de informações fiscais, foi aprovada pelo Congresso há algumas semanas. Segundo Bachelet, o ingresso do Chile na OCDE "por um lado proporciona ao país um selo de aprovação internacional e, por outro, proporciona oportunidades concretas para a população".

Outros países que assim como o Chile passam por um processo para ingressar na OCDE são Estônia, Israel, Rússia e Eslovênia. O Brasil não faz parte da OCDE. As informações são da Dow Jones.

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