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Cepea: preço médio do café robusta tem alta de 1,36% em outubro

São Paulo, 11 - O Indicador de preço do Cepea/Esalq para o café robusta, tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, teve média de R$ 220,28 a saca de 60 kg em outubro, representando valorização de 1,36% em relação ao mês anterior. O conillon tipo 7/8, bica corrida, alcançou média de R$ 215,49 a saca, com alta de 1,23% no período.

Agência Estado |

Os pesquisadores do Cepea comentam que os preços foram favorecidos pela retração de vendedores, que diminuíram a oferta do produto à espera de melhores preços.

O Cepea comenta que o Vietnã, maior produtor mundial de robusta (conillon), começou a colheita da safra 2008/09 em outubro, com as atividades devendo prosseguir pelo menos até o fim de dezembro. Naquele país, a qualidade dos grãos é considerada satisfatória. Os primeiros lotes da nova safra devem estar disponíveis a partir deste mês. De acordo com o Departamento de Agricultura de Dak Lak, província onde se concentra cerca de 40% da produção total vietnamita de café, foi colhida de 5% a 10% da safra, até o fim de outubro.

A preocupação é com relação à ocorrência de chuvas, pois a umidade pode prejudicar a qualidade do grão. Entre o fim de outubro e o início deste mês, fortes chuvas atingiam o Vietnã, interrompendo as atividades de campo em algumas regiões.

No Brasil, o clima seco em boa parte do Espírito Santo tem causado preocupação. A ocorrência de chuvas em algumas áreas do Estado não foi suficiente para tranqüilizar produtores quanto à garantia de boa produtividade na próxima safra. Conforme o Cepea, ainda que em grande parte da produção local haja sistema de irrigação, o baixo nível de água dos rios e represas dificulta a atividade. Nesse sentido, produtores, sobretudo aqueles que não apresentam urgência de venda, estocam seus lotes, apostando em preços maiores no médio prazo.

O Cepea constata que, para o tipo 6, peneira 13 acima, a liquidez é baixa, em virtude das dificuldades com exportação e da pouca disponibilidade do grão. Nesta safra 2008/09, além de boa parte do produto de melhor qualidade ter sido negociada antecipadamente, o volume de grãos graúdos foi menor do que na safra anterior (2007/08).

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