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Centrais sindicais fazem protestos para pedir que Copom corte juros

São Paulo, 21 jan (EFE).- As centrais sindicais realizam hoje protestos em 12 capitais de estados contra a alta taxa básica de juros, a Selic, atualmente fixada em 13,75%, e contra a demissão em massa anunciada por várias empresas.

EFE |

Os protestos em São Paulo e em Brasília ocorreram em frente às sedes do Banco Central (BC), cujo Comitê de Política Monetária (Copom) anunciará hoje uma nova taxa básica.

O mercado espera uma queda de 0,75 ponto percentual, até 13%, enquanto industriais e sindicatos pedem um corte de dois pontos percentuais, e analistas afirmam que a redução deveria chegar a cinco pontos percentuais.

As manifestações promovidas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pela Força Sindical (FS) ocorreram em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Maceió, Manaus, Vitória, Goiânia e Aracaju.

Em discurso na Avenida Paulista, uma das principais de São Paulo, o deputado e presidente da FS, Paulinho Pereira da Silva, ameaçou fazer uma "invasão" à sede do BC se o Copom rejeitar um corte da Selic.

O líder sindical exigiu também que o Governo controle as empresas beneficiadas com auxílios e isenções fiscais para enfrentar a crise.

"Não pode haver alívio fiscal, redução de impostos e, no dia seguinte, as unidades de montagem demitirem trabalhadores", afirmou Paulinho, que pediu ainda que o seguro-desemprego seja ampliado de seis para dez meses.

O presidente da CUT, Artur Henrique, criticou as empresas que se "aproveitam e defendem" a flexibilização dos contratos de trabalho devido à crise global. EFE wgm/db

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