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Centrais lutam separadas contra desemprego

A CUT e a Fora Sindical não vão tentar fechar proposta conjunta para os empresários. De acordo com os presidentes das duas entidades, Artur Henrique e Paulinho da Força, respectivamente, cada organizaçãoo vai levar sua própria proposta para os empresários, uma vez que não há entendimento sobre os mecanismos para o combate às demissões.

Severino Motta - Último Segundo/Santafé Idéias |

De acordo com Paulinho, a Força não vai abrir mão de sua proposta "guarda-chuva", que pretende através de uma negociação geral com os empresários evitar demissões.

"Cada Central vai lutar da maneira que achar melhor, não vai haver consenso em relação às propostas, por isso cada uma vai apresentar a sua e lutar por ela", disse.

Artur Henrique, por sua vez, criticou a ideia de "guarda-chuva" apresentada pela Força, e disse que num caso de negociação única, setores que não estão sendo afetados pela crise vão ser beneficiados.

"Há setores, como o do cimento, que teve seu melhor dezembro de muitos anos. Não podemos aceitar que eles façam parte da negociação e ganhem incentivos", explicou.

Apesar de diferirem no tipo de negociação a ser encaminhada, os dois presidentes disseram que as lutas "maiores", como a que pede a redução da taxa de juros, ainda vão ser feitas em conjunto.

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