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Cenibra segue VCP e Suzano e já estuda reduzir produção de celulose

A Cenibra, uma das cinco maiores fabricantes de celulose do Brasil, já analisa a possibilidade de limitar sua oferta do produto. A informação, dada ontem pela direção da companhia, segue a mesma linha das declarações recentes dos presidentes da Votorantim Celulose e Papel (VCP), José Luciano Penido, e da Suzano Papel e Celulose, Antonio Maciel Neto, de que as empresas deveriam adequar suas produções à redução da demanda mundial pelo produto.

Agência Estado |

De acordo com a Cenibra, a decisão estaria associada ao aumento dos estoques mundiais de celulose. "A diretoria da Cenibra estuda alternativas e medidas adequadas para o enfrentamento da crise, inclusive a redução da produção", afirmou, em comunicado, o diretor-presidente da companhia, Fernando Henrique da Fonseca.

A preocupação da Cenibra, assim como das demais empresas brasileiras do setor, está na possibilidade de que os preços de celulose iniciem um amplo e acentuado movimento de queda a partir de agora.

Em setembro, por pressão principalmente dos clientes internacionais, os fabricantes brasileiros foram obrigados a reduzir entre US$ 20 e US$ 30 o preço da tonelada negociada nos mercados norte-americano, europeu e asiático. Em novembro, os fabricantes de papel esperam uma nova queda.

Ao contrário de Suzano e VCP, que utilizam parte da produção de celulose para a fabricação de papel, a Cenibra destina toda sua oferta para terceiros. A capacidade instalada da companhia é de 1,140 milhão de toneladas anuais de celulose, e a empresa vinha operando até acima desse limite - no ano passado, produziu 1,160 milhão de toneladas. Do total produzido pela companhia, mais de 90% do volume é negociado no exterior, principalmente no mercado asiático (incluindo o Japão). As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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