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Com receio de que serviços como videochamadas e downloads de músicas e vídeo congestionem suas redes, as teles móveis têm defendido a revisão da quantidade de banda que lhes é destinada. Um estudo citado no cenário de Telecom e TI mostra que até 2011 deve estar esgotado no mercado brasileiro de telefonia celular o espectro de radiofreqüência do tipo W-CDMA, de terceira geração (3G).

Além de construir redes próprias, as teles móveis querem receber faixas de freqüência que hoje são usadas por outros serviços, como TV por assinatura via microondas (MMDS) e TV analógica, para aumentar seus canais de banda larga. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) reconhece que pode faltar espectro de radiofreqüência.

Por Michelly Teixeira.

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