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Cenário de desemprego assombrou as bolsas nos EUA ontem

SÃO PAULO - As bolsas dos Estados Unidos sofreram sua maior queda em mais de um mês ontem, depois que a divulgação de um sombrio relatório de empregos no setor privado e o alerta da Intel renovaram as preocupações com a economia. O índice Dow Jones recuou 2,72%, para 8.

Valor Online |

769 pontos. O Standard & Poor ? s 500 perdeu 3%, fechando com 906 pontos. O Nasdaq caiu 3,23%, para 1.599 pontos.

As ações de energia caíram depois que dados divulgados mostraram uma abundância nos estoques de petróleo bruto nos Estados Unidos, o maior consumidor mundial de energia, que tem sua demanda enfraquecida pela desaceleração econômica. Os futuros do petróleo bruto despencaram mais de 12% na quarta-feira.

Dois dias antes da divulgação do relatório do governo de folhas de pagamento para dezembro, um relatório de empregos do setor privado pior que o esperado ressaltou os desafios que o presidente eleito Barack Obama terá enquanto prepara seu pacote de estímulo econômico. Os temores de recessão foram realçados depois que a Intel disse que sua receita no quarto trimestre não irá atingir a previsão de baixas feita em novembro diante da demanda mais fraca.

As bolsas européias fecharam com forte retração, após seis dias consecutivos de valorização. Além de um movimento natural de realização de lucros de curto prazo, os agentes continuam tomando nota de dados econômicos cada vez mais preocupantes, como os números de emprego nos EUA. A perspectiva de redução drástica dos ganhos das empresas por conta da crise também teve seu papel.

O FTSE-100, de Londres, fechou em baixa de 2,83%, aos 4.507 pontos. Em Paris, o CAC 40, encerrou com 3.346 pontos, em queda de 1,48%. O DAX, de Frankfurt, declinou 1,77%, para 4.937 pontos. O Eurofirst 300 teve retração de 1,32%.

Os dados americanos de emprego mostraram que o setor privado do país fechou 693 mil postos de trabalho em dezembro, número maior do que o esperado para o período. Os agentes também repercutiram negativamente a comunicação da gigante Alcoa, de que pretende fechar 13.500 vagas em suas operações globais, reduzir sua produção em 18%, fechar fábricas, vender ativos e cortar investimentos em 50%.

(Valor Econômico )

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