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Cemex estuda buscar arbitragem contra Venezuela

SÃO PAULO - A mexicana Cemex pretende ir ao Banco Mundial em busca de arbitragem depois de o governo venezuelano ter assumido uma subsidiária local da companhia. Para ela, o movimento de nacionalização na Venezuela é ilegal.

Valor Online |

No começo da semana, Caracas comunicou a compra de 89% da participação acionária da unidade da francesa Lafarge de 85% da unidade da suíça Holcim. Com a Cemex, não houve acordo.

Ontem, no diário oficial, saiu decreto assinado pelo presidente venezuelano Hugo Chávez que contempla a aquisição forçada da unidade local da Cemex. No documento, datado do dia 19, consta que a compra ordenada pelo presidente envolve as ações da empresa, filiais e afiliados, direitos, máquinas e equipamentos, entre outros.

O documento foi publicado um dia depois de o governo mexicano pedir às autoridades de Caracas a continuidade das negociações com a Cemex sobre a base dos princípios do diálogo e do tratamento não discriminatório.

A companhia mexicana concluiu que o confisco de seus ativos é uma violação da constituição da Venezuela e das leis de expropriação e disse que os US$ 650 milhões oferecidos pelo governo daquele país em troca de suas unidades locais subestima significativamente seus negócios em solo venezuelano.

(Juliana Cardoso | Valor Online, com agências internacionais)

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