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Celular do Google chega às lojas nos EUA, mas pode ser ofuscado pela crise

Nova York, 22 out (EFE) - O G1, o telefone celular do Google, chegou hoje às lojas americanas da T-Mobile para concorrer com o iPhone, líder absoluto do setor, com mais de dez milhões de unidades vendidas neste ano.

EFE |

O novo celular, que custa US$ 179 e exige um contrato mínimo de dois anos, é o primeiro a chamar tanta atenção desde a aparição do telefone da Apple (US$ 199 e US$ 299), mas tem um longo caminho pela frente.

O clima de crise econômica nos Estados Unidos e o lançamento do Storm, o primeiro modelo da BlackBerry com tela tátil, entre outros novos concorrentes, poderiam ofuscar a estréia do produto.

Por enquanto, apesar de terem sido registradas filas em várias lojas da T-Mobile de diferentes cidades dos Estados Unidos, não se viram as massas de gente dormindo na rua desde a noite anterior como no caso do iPhone.

O principal atrativo do G1, fabricado pela HTC, está em que seu sistema operacional, batizado de Android e desenvolvido pelo Google, tem código aberto e, portanto, qualquer um pode criar novos aplicativos para o aparelho sem as restrições impostas pela Apple no iPhone.

No entanto, essa mesma virtude poderia voltar-se contra si, já que espera-se que, em breve, cheguem ao mercado outros aparelhos desenvolvidos também com esse sistema operacional.

Além disso, enquanto o celular da Apple é vendido vinculado exclusivamente à AT&T, o G1 sai pela T-Mobile, cuja cobertura de tecnologia 3G (que permite acesso a dados e navegação pela internet com banda larga) não é tão completa quanto a do concorrente.

Os potenciais compradores aguardam também notícias sobre o storm, que foi apresentado em 8 de outubro pela operadora Verizon, mas ainda não se sabe quando começará a ser vendido.

Segundo os especialistas, o G1, embora seja um modelo promissor quanto às possibilidades oferecidas por seu software, não tem um desenho ou uma tela à altura do iPhone.

Nas primeiras horas de comercialização em lojas e após cerca de um mês de pedidos recebidos, pôde-se observar que, pelo menos entre os defensores do software livre, os admiradores da filosofia do Google e os amantes dos dispositivos eletrônicos de última geração, o aparelho recebeu avaliações positivas. EFE mgl/db

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