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Celso Amorim pede que se evite o instinto protecionista

O chanceler brasileiro, Celso Amorim, fez um apelo, nesta sexta-feira, em Davos (Suíça), pela conclusão da Rodada de Doha, advertindo que se o mundo se deixa arrastar pelo instinto protecionista para enfrentar a crise, os países pobres se verão particularmente golpeados.

AFP |

"A questão comercial não é uma simples questão para lutar contra a crise", disse Amorim à imprensa, paralelamente ao Fórum Econômico Mundial que se realiza nesta cidade alpina.

Por isso, avançar na Rodada de Doha da Organização Mundial de Comércio (OMC) é a melhor maneira de impor barreiras às tentações protecionistas - afirmou o ministro.

"Não há como evitar medidas protecionistas num sistema que não esteja progredindo", pois "o instinto (em situações de crise) não é favorável ao livre comércio; é ser protecionista", destacou.

E se o mundo entra nessa vertente, "os países pobres se verão prejudicados, por falta de condições de (enfrentar) esse nacionalismo econômico".

A Rodada de Doha, lançada em 2001, está paralisada por discrepâncias entre os países em desenvolvimento, que esperam maior abertura dos mercados agrícolas nos Estados Unidos e Europa que, por sua vez, exigem maior acesso a seus produtos industriais e bens de serviços ao resto do mundo.

js/po/sd

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