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Celg terá que pagar débitos com setor elétrico antes de elevar tarifas

RIO - A Celg, distribuidora de energia que atende 2 milhões de unidades consumidoras em 237 municípios goianos, não poderá aplicar os reajustes de tarifas aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A agência aprovou índice médio de 11,04% de aumento para os consumidores de baixa tensão (residencial) e de 8,92% para os consumidores de alta tensão (industrial), que só poderão ser cobrados depois que a empresa comprovar o pagamento de encargos do setor elétrico.

Valor Online |

A Aneel informou que a empresa está inadimplente com o pagamento de diversos encargos do setor elétrico e ressaltou que o impedimento de reajuste em casos como esse está previsto no artigo 10 da Lei 8.631/93, que dispõe sobre a fixação dos níveis tarifários para o serviço público de energia elétrica.

Até que isso (o pagamento dos encargos) ocorra, a Celg irá cobrar do consumidor residencial a tarifa em vigor desde o reajuste do ano passado, no valor de R$ 0,29353 por quilowatt-hora (kWh). Após se tornar adimplente com os encargos setoriais e aplicar o reajuste aprovado hoje, a Celg irá cobrar tarifa para o consumidor residencial de R$ 0,32595 kWh, diz a nota divulgada pela Aneel.

A Agência divulgará, em despacho a ser publicado no Diário Oficial da União, a nova data para aplicação do reajuste, assim que for comprovado o pagamento dos encargos.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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