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CE nega que segurança aérea na Espanha seja inferior a da UE

Madri, 12 set (EFE).- O comissário de Transportes europeu, Antonio Tajani, disse hoje que não acredita que a segurança aérea na Espanha seja inferior a do restante dos países da União Européia (UE) devido ao acidente de um avião da companhia Spanair, ocorrido no último dia 20 no aeroporto de Barajas.

EFE |

Tajani disse que a Comissão Européia (CE) "não pode criticar a segurança aérea espanhola, mas também não pode dar sinal verde" antes de a comissão de investigação do acidente concluir o relatório.

Além disso, a CE precisa receber outro relatório que faz referência à segurança aérea espanhola e que está sendo preparado por analistas europeus, após uma visita de controle que realizaram este ano à Espanha.

Sobre a atuação do Governo espanhol após o ocorrido no aeroporto de Barajas, Tajani afirmou que a CE se colocou, desde o princípio, à disposição do Executivo para ajudar a esclarecer as causas do acidente, no qual morreram 154 pessoas.

O objetivo é conhecer tudo o que aconteceu, a fim de que a morte de tantas pessoas "não seja em vão" e com o objetivo de que "sirva para que tragédias assim não se repitam no futuro".

Tajani, que assistiu ontem ao funeral das vítimas do acidente em representação das autoridades comunitárias, assegurou que sua presença na cerimônia "não faria sentido se não se fizesse tudo que for possível para reduzir o número de acidentes na UE".

No entanto, afirmou que, em linhas gerais, o transporte aéreo é seguro na Europa e que não há sentido para alardes injustificados, embora "isto não queira dizer que não se possa melhorar o sistema de segurança europeu".

Sobre o controle da segurança aérea, Tajani se referiu à "lista negra" de companhias que não podem voar na UE como uma das medidas introduzidas pela CE para garantir a segurança desse meio de transporte e lamentou que algumas destas empresas continuem a utilizar aviões que a instituição não considera seguros.

Com a lista, a CE "não pretende ir contra nenhuma companhia aérea", mas garantir a segurança dos passageiros e proteger as vidas humanas, concluiu. EFE kot/fh/rr

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