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CE inclui companhias aéreas do Gabão na lista negra

Bruxelas, 24 jul (EFE).- A Comissão Européia (CE, órgão executivo da União Européia) incluiu hoje a maioria das companhias aéreas do Gabão na lista negra de companhias proibidas de voarem no espaço aéreo europeu e suspendeu hoje o veto à iraniana Mahan Airlines.

EFE |

A nova relação elaborada pela CE mantém a proibição a todas as companhias de Guiné Equatorial, Indonésia, República Democrática do Congo, Quirguistão, Suazilândia, Serra Leoa e Libéria.

Além disso, impede as operações de algumas companhias aéreas de Sudão, Afeganistão, Ruanda, Angola e Ucrânia.

Na oitava revisão da lista, a CE considerou que as companhias aéreas do Gabão "não cumprem os requisitos" para voar para a União Européia (UE), embora tenha autorizado "sob estritas condições" a Gabon Airlines e a Afrijet.

O Executivo europeu qualificou de "inquietante" o último relatório sobre o Gabão da Organização de Aviação Civil Internacional (Icao), mas reconheceu os esforços "rápidos e eficazes" do Governo gabonense para melhorar a aviação civil, destacou a CE em comunicado.

A Gabon Airlines e a Afrijet poderão continuar voando para os aeroportos europeus, mas a CE impedirá a ampliação de sua oferta de rotas, e imporá inspeções "rigorosas e sistemáticas" antes das decolagens.

Quanto à Mahan Airlines, a companhia iraniana que poderá voltar a voar à UE, avaliaram-se seus "grandes esforços", verificados em uma inspeção no terreno, segundo a CE.

Além disso, todas as companhias indonésias e a ucraniana Ukraine Cargo Airways continuam na lista negra, pois o Executivo europeu considera que "não foram aplicadas as medidas corretivas exigidas para melhorar a segurança".

A CE considera que as autoridades indonésias não puseram em prática "um programa de vigilância eficaz" para nenhuma de suas companhias.

No entanto, a CE destaca que ações corretivas para remediar as insuficiências de segurança detectadas "ainda não foram avaliadas pela Icao".

Para a próxima atualização da lista, a CE "espera melhoras" por parte das autoridades de Filipinas, Camboja e Iêmen, países onde também foram detectadas algumas "insuficiências" nos sistemas de segurança aérea. EFE ahg/wr/db

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