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CE constata redução drástica do envio de gás a partir da Ucrânia

Bruxelas, 7 dez (EFE).- A Comissão Européia (CE, órgão executivo da União Européia) constatou hoje uma redução drástica do fornecimento de gás procedente da Ucrânia durante a noite passada, mas ressaltou que o bloco europeu esperará até sexta-feira para decidir se são necessárias medidas em escala européia.

EFE |

Os países da União Européia (UE) já estão tomando medidas de urgência no âmbito nacional e, na sexta-feira, o Grupo de Coordenação do Gás avaliará a situação e comunicará se haverá o início de mecanismos de solidariedade, disse à Agência Efe o porta-voz de Energia da Comissão Européia, Ferrán Tarradellas.

A CE considera a situação "inaceitável" e lembra que as autoridades de Moscou e Kiev tinham se comprometido a que as tensões bilaterais não acabassem prejudicando o fornecimento de gás para a UE.

No entanto, Bulgária, Romênia, Hungria, Eslovênia, Áustria, Polônia, Grécia e Itália já foram afetados, assim como outros países não comunitários, como Sérvia e Macedônia.

O caso mais grave, por enquanto, continua sendo o da Bulgária, que depende das importações de gás russo em mais de 90%, mas outros países, como a Itália, que só depende em 27%, também foram prejudicados.

Países como a Espanha, Irlanda e Reino Unido estão entre os menos expostos à crise, pois não importam gás da Rússia.

A CE ressalta que o prestígio da Rússia como país fornecedor e da Ucrânia como país de passagem confiáveis fica em xeque, já que estão violando os contratos de fornecimento que têm com a UE, algo "inaceitável", segundo Tarradellas. EFE mrn/an

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