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CE apóia garantias de depósitos, mas diz que não há solução única

Bruxelas, 6 out (EFE).- A Comissão Européia (CE, órgão executivo da União Européia) indicou hoje seu apoio ao aumento das garantias de depósitos bancários anunciado por alguns países do bloco, mas advertiu que não há uma solução única para a crise financeira e a desconfiança no sistema financeiro.

EFE |

Além disso, a CE insistiu em que é preciso "um enfoque coordenado" na União Européia (UE) e que analisará "rapidamente" se as medidas aprovadas pelos países europeus para apoiar as entidades financeiras respeitam as normas do bloco.

"Em geral, as garantias de depósitos às economias podem ser uma medida adequada para enfrentar o temor à estabilidade no sistema bancário", afirmou o porta-voz de Concorrência da UE, Jonathan Todd.

O presidente da CE, José Manuel Durão Barroso, disse no domingo que o órgão quer duplicar o mínimo da garantia dos depósitos bancários, para deixá-lo em 40.000 euros (atualmente são 20.000 euros).

Todd acrescentou que as medidas anunciadas por vários países da UE para aumentar as garantias aos depósitos dos clientes, entre eles Alemanha e Dinamarca, parecem, a princípio, destinadas aos bancos comerciais e "não parecem discriminatórias".

No entanto, o porta-voz-chefe da CE, Johannes Laitenberger, advertiu que não há uma solução "única e mágica" que vá solucionar a crise financeira "em um momento".

Laitenberger disse que é preciso "um marco europeu conjunto", e afirmou que há uma série de medidas que estão sendo preparadas, à luz da reunião de sábado passado, em Paris, com os quatro membros europeus do G8 (França, Reino Unido, Alemanha e Itália), junto com os presidentes da Comissão Européia e do Banco Central Europeu. EFE rcf/an

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