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CCEE inicia leilão de energia nova após ameaça de bomba

SÃO PAULO - O Corpo de Bombeiros liberou há pouco o prédio onde fica a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Nenhum artefato foi encontrado que confirmasse a ameaça de bomba feita um pouco antes das 10 horas, horário previsto para o início do 7º Leilão de Energia Nova.

Valor Online |

Com isso, o leilão foi temporariamente suspenso, mas a CCEE o retomou minutos atrás. O presidente da câmara, Antonio Carlos Fraga Machado, disse que, como a disputa é online, é possível realizá-la em outro local se for preciso.

O prédio fica na alameda Santos, em São Paulo. Além da CCEE, o edifício abriga outras empresas como a British Airlines e China Airlines. A denúncia de bomba, entretanto, deve ter sido feita em função do leilão já que a ligação foi feita para a própria CCEE. A polícia agora investiga a origem da ligação.

O leilão vai negociar a venda de 49 usinas, sendo apenas uma delas hidrelétrica. Ontem, o Ministério Público Federal do Paraná conseguiu uma liminar que anulava o licenciamento ambiental da usina hidrelétrica de Baixo Iguaçu. A liminar foi cassada nesta madrugada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Outras duas usinas termelétricas estão fora do leilão por decisão da Justiça Federal de Brasília. São as usinas de Gravataí e Osório, que tiveram seus licenciamentos ambientais anulados por decisão liminar.

(Josette Goulart | Valor Econômico para o Valor Online)

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