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CBIC considera MP 443 equivocada e sem eficácia

Surpreendidos pelo governo, os empresários do setor da construção consideraram a edição da Medida Provisória (MP) 443 equivocada, esdrúxula e sem nenhuma eficácia para resolver o problema das empresas. Nenhum dos 700 empresários do setor achou graça na medida, disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão.

Agência Estado |

Segundo Safady, é uma medida na "contramão" do interesse do setor. Para o dirigente, a MP é uma "perda de energia" nesse momento que o mercado precisa de tranqüilidade e boas notícias. "O mercado está precisando de tranqüilidade, notícia boa, estímulo. É um absurdo a essa altura o governo vir com uma medida esdrúxula dessas", criticou.

A CBIC vinha negociando há semanas com o governo medidas para o setor nesse momento de crise de liquidez internacional. As empresas alegam que precisam de linhas de crédito de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões para financiamento direto e que a criação da CaixaPar para comprar participação acionária em construtoras não é uma solução de mercado. "É uma medida que não nos agrada. E vamos tentar combatê-la. Tem coisas muito mais úteis que a Caixa e o governo podem fazer para o mercado do que comprar uma empresa A e uma empresa B", criticou Safady.

Sem esconder a sua indignação com a edição da MP, o presidente da CBIC contou que telefonou para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para mostrar o desagrado do setor com a medida.

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