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Cautela prevalece e dólar fecha quase estável, a R$ 1,77

O dólar comercial recuou pelo terceiro dia seguido hoje, ainda que a variação tenha sido de apenas 0,06%. No encerramento das negociações no mercado interbancário de câmbio, o dólar foi cotado a R$ 1,77, acumulando no mês uma queda de 1,99%.

Agência Estado |

No ano, o dólar comercial ainda registra alta de 1,55%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista cedeu 0,03% e fechou o pregão a R$ 1,7695. O euro comercial avançou 0,04% para R$ 2,42.

No segmento turismo, o dólar caiu 0,91% no dia para R$ 1,853 (venda) e R$ 1,717 (compra), em média. O euro turismo teve baixa de 1,06% para R$ 2,513 (venda) e R$ 2,347 (compra).

A cautela deu o tom aos negócios no mercado doméstico de câmbio, numa quinta-feira em que as notícias internacionais foram contraditórias e o noticiário local - com a divulgação do PIB brasileiro em 2009 - não fez preço no segmento de moedas porque ficou dentro do esperado (retração de 0,2% no ano passado).

No ambiente externo, os dados sobre a produção industrial na China mostraram que a economia asiática continua com sua atividade em forte expansão, mas a alta da inflação acendeu um sinal amarelo entre os investidores. A conjunção de fatores "pode reforçar os temores de novas medidas de aperto monetário no país", assinalou Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora, que já previa, em sua análise diária, que o câmbio fosse operar hoje perto da estabilidade.

No segmento de moedas, o euro ganhou certo fôlego depois da divulgação do déficit comercial nos Estados Unidos. Uma leitura mais atenta dos números, entretanto, impediu movimentos mais abruptos e a moeda americana continuou a se valorizar ante outras, como o iene. Perto das 17h10, o euro era negociado a US$ 1,3678.

O déficit comercial dos EUA foi de US$ 37,29 bilhões em janeiro, uma queda de 6,6% em comparação com dezembro. As exportações dos EUA caíram 0,3%, para US$ 142,66 bilhões, em janeiro em comparação com dezembro. As importações recuaram 1,7%, para US$ 179,95 bilhões. Os dados levantaram preocupações sobre o ritmo de recuperação da economia norte-americana.

A mineradora Vale engrossou as fileiras das companhias dispostas a captar recursos no exterior. A mineradora informou hoje intenção de emitir bônus em euros no mercado de capitais global e para isso pediu listagem na Bolsa de Luxemburgo. O valor não foi revelado. No comunicado, a mineradora limita-se a dizer que os recursos serão utilizados "para propósitos corporativos em geral".

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