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Caterpillar tem lucro 32% menor e demitirá 20 mil

Peoria, Illinois, EUA - A fabricante norte-americana de equipamentos para mineração e construção Caterpillar Inc anunciou queda de 32% no lucro depois de impostos para US$ 661 milhões no quarto trimestre de 2008, de lucro de US$ 975 milhões apurados no mesmo período do ano anterior. A companhia anunciou que irá demitir 20 mil funcionários, para enfrentar o ano muito duro que acaba de começar e que deve se traduzir pela queda de aproximadamente 20% do faturamento. .

Redação com agências |

 

A receita do quarto trimestre foi recorde em US$ 12,923 bilhões, aumento de 6% ante US$ 12,144 bilhões no mesmo período de 2007. O lucro por ação ordinária ficou em US$ 1,08, queda de 28% ante US$ 1,50 no quarto trimestre do ano anterior.

Em todo o ano de 2008, a receita da Caterpillar foi de US$ 51,324 bilhões, aumento de 14% ante US$ 44,958 bilhões em 2007. O lucro depois de impostos ficou em US$ 3,557 bilhões, praticamente o mesmo de 2007, de US$ 3,541 bilhões. O lucro por ação ordinária foi de US$ 5,66, aumento de 5% ante 2007.

A companhia disse que o lucro foi "decepcionante" diante da receita e anunciou iniciativas para cortar 20 mil vagas de trabalho. "As condições econômicas globais e os preços das principais commodities continuaram a cair de forma significativa. Os mercados financeiros continuam sob estresse e nossa expectativa para 2009 piorou.

A incerteza quanto à duração e a profundidade dessa recessão tornar muito difícil fazer previsões", disse a companhia em um comunicado. "Como resultado, a Caterpillar está executando rapidamente planos estratégicos e implementando ações para lidar com o difícil ambiente de negócios. Iniciamos ações que irão remover cerca de 20 mil trabalhadores de nossos negócios", continua o comunicado.

A Caterpillar, que tinha quase 113.000 trabalhadores no fim de 2008, espera demitir 4.000 operários, além das 7.500 de demissões voluntárias e involuntárias entre funcionários administrativos. Além disso, espera 8.000 demissões entre os trabalhadores temporários, que não estão contabilizados nos efetivos totais e não terão os contratos renovados.

As medidas incluem ainda fortes reduções de horas extras, além de um congelamento nas contratações e dos salários para os empregados administrativos.

(Com informações da Agência Estado e AFP)

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