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Catar diz que Opep precisa da ajuda de outros produtores para cortar oferta

Oran (Argélia), 16 dez (EFE) - O ministro de Energia do Catar, Abdullah bin Hamad al-Attiyah, disse hoje em Oran, na Argélia, que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) precisa da ajuda dos produtores independentes da commodity para retirar do mercado o excesso da oferta petrolífera. Nós sempre dissemos que a Opep sozinha não pode fazer tudo, portanto precisa da ajuda dos não-OPEP. Realmente, eles têm que mostrar seu apoio (.

EFE |

.), no final do dia necessitamos de um apoio pragmático", disse Attiyah, que também é vice-primeiro-ministro do Catar.

Questionado pela imprensa sobre se concordava com seu colega saudita, Ali bin Ibrahim al-Naimi, em que amanhã deve ser decidida uma redução de dois milhões de barris diários no fornecimento de petróleo ao mercado, disse que até agora ouviu "números diferentes".

"Discutiremos todos estes assuntos, veremos se 2 mbd é razoável e adequado. Viemos aqui para discutir a situação do mercado, escutei números diferentes", destacou.

Ao mesmo tempo, expressou dúvidas de que a Opep possa fazer uma redução desse tamanho, que seria o maior corte da cota oficial do grupo (de 17,2 mbd) pactuado até agora.

"Eu não sei como poderemos", afirmou.

"Talvez tenham o apoio da Rússia e de outros (...) Discutiremos todo tipo de cenário", acrescentou.

Por outro lado, o ministro catariano não quis calcular qual seria o preço adequado para o barril de petróleo, depois que esse desabou em 70% desde os recordes de mais de US$ 147 batidos em julho.

"Sempre acho que o preço é uma força do mercado", ressaltou.

Attiyah fez as declarações ao chegar hoje à tarde ao hotel onde amanhã a Opep realiza uma reunião extraordinária para acertar uma redução da produção de petróleo que interrompa a queda dos preços.

Foram convidados ao encontro como observadores Rússia, Azerbaijão, Omã e Síria, e os 13 países-membros da Opep esperam que esses quatro produtores de petróleo independentes se somem a estes esforços e se comprometam também a reduzir seu bombeamento. EFE wr/db

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