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Carreiras
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Pesquisa revela as profissões mais cobiçadas por jovens no Brasil

Preferência é por ciência da computação e matemática, com interesse em trabalhar no mercado de telecomunicações

Redação iG Empregos |

São Paulo - As profissões mais escolhidas pelos jovens brasileiros estão ligadas à ciência da computação e à matemática (21%), às engenharias (9%) e à área financeira (8%). É o que aponta pesquisa da Accenture, consultoria de gestão e tecnologia, realizada no primeiro semestre do ano, junto a 2.464 alunos de graduação de oito países: Estados Unidos, Reino Unido, França,  Alemanha, Índia, Rússia, China e Brasil.

Entre as empresas mais desejadas pelos entrevistados no País, em primeiro lugar aparece as ligadas a telecomunicações (39%), banco (38%), mídia e entretenimento (35%), estatais (33%) e  eletrônicos/tecnologia (32%). Já as menos cobiçadas são da indústria farmacêutica (8%), do varejo (8%), fabricantes de equipamentos industriais (7%) e de seguros (6%).

Quanto ao porte das companhias, o levantamento indica que 40% sonham com em trabalhar nas grandes. Apenas 12% preferem as médias e 6% as pequenas. Um número significativo de estudantes (16%) disseram que gostariam de atuar no governo.

Outro dado interessante aponta que mais da metade (59%) almeja alcançar um cargo alto nas empresas. Desse total,  24% pretende ocupar o posto de diretor de TI, 20% o de diretor de operações, 18% o de diretor executivo, 17% o de diretor de marketing, 15% o de diretor de relações com clientes, 10% o de diretor de vendas e 8% o de diretor financeiro.

Ao longo de suas carreiras, os jovens brasileiros esperam trabalhar em no mínimo três e no máximo cinco empresas diferentes (65%); entre uma e duas empresas (17%); entre seis e dez (13%); entre 11 e 15 (3%); 16 ou mais (2%). Os percentuais variaram pouquíssimo na comparação com os demais países. Além disso, 69% deles esperam ficar no primeiro emprego por pelo menos três anos. Esse percentual é bem menor nos demais países, de apenas 50%.

Já em relação às suas principais preocupações, 53% afirmaram ter medo que seus talentos não sejam utilizados, 52% de que a empresa não o ajude a desenvolver habilidades importantes para o mercado, 45% de que o trabalho o impeça de cuidar de sua vida pessoal, 38% de que as atividades sejam repetitivos e 23% do relacionamento com o chefe.

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