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O que incluir na área destinada a dados pessoais no currículo

Especialista recomenda evita colocar números de CPF, RG e Título de Eleitor

Andrea Giardino |

O primeiro passo na hora de elaborar um currículo é colocar, logo no início da folha, os dados pessoais. Esta é a principal forma do recrutador identificá-lo. Por isso, destaque seu nome bem no alto, com letras em tamanho maior e em negrito. Abaixo insira endereço, telefone para contato, e-mail, idade e estado civil.

Se o candidato tiver mais de um telefone fixo, é importante incluí-los e não esquecer o celular para facilitar a sua localização, afirma Érika Imigliano, consultora de planejamento de carreira da Ricardo Xavier, empresa de recrutamento. 

Nunca coloque números de CPF, RG ou Título de Eleitor. Carteira de Habilitação só quando for exigido pela empresa ou o cargo exigir. Evite também incluir número de filhos, informações sobre raça ou religião. Só vai ocupar espaço na folha e não terão utilidade alguma para quem está analisando seu currículo, observa.

Além da regra básica, a consultora explica que, em alguns casos, as consultorias usam estratégias diferenciadas. O objetivo é levar o candidato a não ser descartado de cara. Um exemplo é a omissão da idade na área destinada a dados pessoais para quem já passou dos 47 anos.

A informação aparece no fim do currículo, mas sob o formato de data de nascimento. Evitamos ressaltar na primeira página pontos que prejudiquem o profissional, diz Érika. Assim, queremos que o recrutador seja atraído por sua experiência e, ao ler o final do currículo, não se deixe impressionar negativamente pela idade. 

Quando o candidato é um advogado, a consultora aconselha colocar o número da Ordem de (OAB). O dado mostra que o profissional está habilitado a advogar no mercado. Esse é um diferencial, porque há muitos que não têm o registro.

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