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Guardando para o pós-carreira

Veja o que fazer para garantir sua aposentadoria e planejar o futuro sem correr riscos diante de turbulências do mercado

Andrea Giardino |

A estrada para garantir uma aposentadoria tranqüila pode estar em investir num plano de previdência privada desde já. Ainda mais diante das instabilidades que a crise internacional provoca, despertando a necessidade de se planejar o futuro.
Basta destinar uma parte do seu salário mensal para algum dos programas existentes no mercado.

Atualmente, há duas opções bastante interessantes e mais procuradas pelas pessoas: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Ambos são planos complementares que permitem acumular recursos por um prazo determinado. 

Durante esse período, o dinheiro depositado vai sendo investido e rentabilizado pela seguradora escolhida. Tanto no PGBL como no VGBL, o contratante passa por duas fases: o período de investimento e o de benefício. O primeiro normalmente ocorre quando estamos trabalhando e/ou gerando renda. Esta é a fase de formação de patrimônio. Já o período de benefício começa a partir da idade que você escolhe para começar a desfrutar do dinheiro acumulado.

Quem decide a forma de receber os recursos é a pessoa. Além disso, é possível resgatar o patrimônio acumulado e/ou contratar um tipo de benefício (renda) para passar a receber, mensalmente, da empresa seguradora. Vale lembrar que tanto o período de investimento quanto o de benefício não precisam ser contratados com a mesma seguradora. Desta forma, uma vez encerrado o período de investimento, o participante fica livre para contratar uma renda na instituição que escolher.

De acordo com o consultor de finanças, Marcelo Ribeiro, a principal distinção entre eles está na tributação. No PGBL, você pode deduzir o valor das contribuições da sua base de cálculo do Imposto de Renda (IR), com limite de 12% da sua renda bruta anual. Assim, poderá reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar sua restituição de IR. Vamos supor que um contribuinte tenha um rendimento bruto anual de R$ 100 mil. Com o PGBL, ele vai declarar ao Leão R$ 88 mil. O imposto sobre os R$ 12 mil restantes, aplicados em PGBL, só será pago no resgate desse dinheiro.

Mas atenção, esse benefício fiscal é apenas vantajoso para aqueles que fazem a declaração do IR pelo formulário completo e são tributados na fonte, alerta. Para quem faz declaração simplificada ou não é tributado na fonte, como é o caso dos autônomos, o VGBL é ideal, diz Ribeiro. Essa opção é indicada também para quem deseja diversificar seus investimentos ou para aqueles que desejam aplicar mais de 12% de sua renda bruta em previdência. Isto porque, em um VGBL, a tributação acontece apenas sobre o ganho de capital.

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