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Fique de malas prontas, sem sustos

Prepare-se para evitar situações desconcertantes durante as viagens de negócios

Isis Coelho |

Nos últimos anos, as viagens de negócios tornaram-se mais freqüentes na rotina dos executivos, resultado da inserção das empresas no mercado global. Entretanto, a falta de informação sobre o país de destino pode transformar essa experiência num verdadeiro pesadelo. É preciso que alguns cuidados sejam tomados, especialmente quando a cultura local é bem diferente da brasileira, alerta a consultora de etiqueta Célia Leão.

Fatores como fuso horário, clima, idioma e hábitos peculiares de comportamento, em muitos casos, dificultam a vida de quem está sempre com as malas prontas.  Detalhes como esses devem ser observados no dia-a-dia corporativo, sobretudo quando a interface com clientes de outros países é constante. Aquele que quer se dar bem em uma viagem de negócios precisa se preparar para viver como um nativo, afirma Célia. Conhecer aspectos da economia, da religião e da política ajudam a evitar algumas saias justas.

Há quatro anos na Inglaterra, o gerente de auditoria do Citigroup, Rogério Malaquias de Farias, 33, lembra de algumas dificuldades de adaptação aos costumes locais que encontrou logo que desembarcou no país. Muito raramente se cumprimenta alguém com aperto de mão ou com um, dois ou três beijinhos como no Brasil, diz Farias. O abraço, por exemplo, é uma invasão a privacidade pessoal, principalmente se você acabou de conhecer alguém, afirma.

Marinei Bareysis Salotto, 47 anos, trabalhou durante dez anos em uma empresa de importação e exportação. Ela diz que aprendeu na prática a entender como os chineses se comportam. Na troca de e-mails diária percebi o quanto eles são formais, conta. Por prestar atenção nesses detalhes, Marinei não teve grandes dificuldades quando precisou viajar ao país. Na hora de ir a Hong Kong, já dominava aspectos dos costumes locais, afirma.

Ainda que essas diferenças fiquem mais evidentes durante uma visita a economias orientais, lugares com hábitos muito próximos podem ter particularidades que causem estranheza, ou até mesmo propiciem situações desconcertantes. Além disso, se a viagem for marcada de última hora e não der tempo de reunir todas as informações necessárias sobre o local, não há motivos para desesperos.

Caso cometa alguma gafe, peça desculpas. Afinal, errar é humano, diz Célia.  Na opinião de Farias - que já viajou a negócios para países como Japão, Polônia e México - quanto mais flexível o executivo for, maior será a facilidade de se adaptar a uma nova cultura.

Embora essas viagens, em geral, tenham curta duração, alguns executivos aproveitam os momentos livres para realizar atividades de lazer. Segundo Célia, esse comportamento não é muito aconselhável. Prefira deixar essas atividades para os finais de semana ou se a empresa deixar claro que você terá um dia inteiro para o turismo, afirma. Um profissional não deve colocar itens como sungas ou biquínis na mala.


 

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