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Esqueça a autopropaganda no currículo

Incluir frases prontas e adjetivos pode comprometer sua entrada em qualquer empresa

Isis Coelho |

A primeira impressão é a que fica. E essa prerrogativa é levada ainda mais a sério nos processos de seleção e recrutamento de grandes empresas. Nestes casos, são as palavras impressas em um pedaço de papel que vão representá-lo e destacar qualidades difíceis de serem resumidas.

Na ânsia de se apresentar corretamente, muitos profissionais começaram a incluir frases prontas e descrever habilidades subjetivas - como sou um bom líder, tenho pró-atividade, possuo excelente relacionamento interpessoal - nas primeiras linhas dos currículos.

Divulgada em agosto passado, a pesquisa intitulada Currículo 2008, feita pela Right Management, consultoria organizacional especializada em transição de carreira (outplacement), apontou que 70% das empresas consultadas não consideram adequado fazer auto-avaliações nos currículos.

É claro que o profissional precisa vender suas competências, mas deve explicar as situações que realmente demonstrou essas habilidades, afirma Fernanda Brunetto, gerente de RH Corporativo da Allis, empresa de recrutamento.

Na opinião dos especialistas, essas avaliações deverão ser feitas pelo recrutador. O profissional pode ter uma idéia distorcida de cada uma dessas palavras ou conceitos e usá-las somente porque estão na moda, explica Fernanda. Para não cair nesse erro, os profissionais devem elaborar um currículo com informações sobre a carreira, formação acadêmica e cursos extracurriculares, além de comentar, de forma sucinta, situações em que pôde desenvolver algumas dessas habilidades.

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