Estrangeiros, contudo, afirmam que sua torcida está garantida

Se quando a seleção brasileira entrava em campo todo o país parava para ver a partida, o mesmo não deverá acontecer em relação às equipes finalistas, ainda que as empresas-sede sejam dos países que permanecem na competição.

A holandesa SHV Gás Brasil e a alemã Henkel, por exemplo, não vão parar o expediente para que os profissionais assistam às partidas. A espanhola Repsol, que colocou um telão para que todos pudessem ver o Brasil em ação, também não vai disponibilizar o equipamento para ver o desempenho da seleção ibérica.

Já a uruguaia UCM (Unidade de Cuidados Médicos), cuja filial está em Fortaleza, disse que vai prestigiar a matriz, mas sem paralisar as atividades. Vamos ver por uma televisão, ou pela internet, mas continuaremos trabalhando, comentou uma funcionária que preferiu não se identificar.

Mas para os estrangeiros que nasceram nos países finalistas, torcer pelo time fará, sim, parte do expediente. O alemão Harry Müller disse que vai ver a partida, nem que seja por meio de seu smartphone. Não vou perder a Alemanha vencer a Espanha por nada. Ainda bem que a final será domingo e poderemos vibrar mais, arrisca.

A espanhola Amparo Palencia, que está em férias junto com os filhos, comemora o fato de não ter de trabalhar na hora da partida. Se eu estivesse na empresa, ia dar um jeito de ver o jogo, que será histórico para nós.

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