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Carreiras
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Consultor dá dicas para planejar início de carreira

Veja o que fazer para dar os primeiros passos e não ser pego de surpresa

Andrea Giardino |

O cenário de dúvidas e incertezas costuma permear a vida dos profissionais em início de carreira. Se, de um lado, há uma disposição para enfrentar os desafios do dia-a-dia, de outro, a falta de referência sobre quais passos devem ser seguidos acaba representando um grande problema.

Um bom exemplo é número de recém-formados que, ao encontrar dificuldades para ingressar no mercado de trabalho, não sabe por onde começar. É preciso traçar objetivos claros, quais atividades pretende desenvolver e a velocidade de ascensão na carreira, aconselha Julio Cardozo, consultor de gestão e carreira, também professor de mestrado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Na sua opinião, é fundamental para o profissional definir o quanto busca ser reconhecido pelo talento e por sua contribuição. Só a partir daí torna-se possível estabelecer as etapas desenhar um plano de carreira. Cardozo aconselha o profissional a mensurar suas qualidades e pontos favoráveis. Veja o que precisa ser melhorado na formação acadêmica ou profissional, observa.

Após definir as metas e aonde se quer chegar, Cardozo afirma que o passo seguinte é acompanhar periodicamente se elas estão sendo realizadas. Além de perseguir de forma obstinada seu plano, o consultor considera importante estar sempre atento às atividades previstas, observar se elas continuam fazendo sentido ao longo do tempo e planejar o futuro para evitar surpresas.

A crise atual nos serve de lição, porque aponta a necessidade do profissional em ser proativo, não esperar as coisas acontecerem e nem ficar à margem do destino, destaca.  

Apesar de o foco ser a regra número 1, o profissional também não deve descuidar das oportunidades inesperadas que surgem no caminho. Mesmo seguindo em linha reta, não se pode ignorar o que acontece ao seu redor.

Ter projetos alternativos diante da ameaça de uma possível pane ao longo do percurso também não pode ser esquecido. Sobretudo porque há hoje uma rotatividade grande nas empresas e os profissionais passam, em média, de três a quatro anos em cada companhia. Faz parte do plano de carreira prever mudanças de rota, diz Cardozo. Como costumo dizer, seja o Chief Executive Officer (CEO) da sua vida.

 

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