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Como investir o salário para a educação dos filhos

A alternativa mais comum está nos planos de previdência, mas Tesouro Direto também é boa opção

Rachel Sciré |

Garantir economias para financiar a educação dos filhos é uma preocupação de muitos profissionais. As opções mais comuns de investimento do salário para essa finalidade são os planos de previdência privada Jovem, oferecidos pelas instituições financeiras nos modelos PGBL ou VGBL.

Dentro dessas modalidades, um adulto (não necessariamente um dos pais), realiza contribuições mensais até que o beneficiário atinja certa idade. Após o período, o jovem pode usar os recursos acumulados para pagar a faculdade, comprar um carro ou continuar investindo, por exemplo.

Há também a possibilidade da acumulação dos recursos ser resgatada na forma de renda mensal. Até o período estipulado para o recebimento do benefício, o dinheiro depositado é aplicado pela seguradora em fundos de investimento.

As contribuições mínimas exigidas são bem baixas. A quantidade depositada também pode ser esporádica, de acordo com a disponibilidade dos clientes, e ter os valores aumentados ou reduzidos durante o período do plano.

No caso da Brasilprev, a primeira empresa de previdência privada do Brasil a lançar um plano para crianças e jovens, com R$ 25 ao mês já é possível montar um plano de previdência. No Prev Jovem VGBL do Bradesco, o valor das contribuições mensais diminui, quanto mais planos forem contratados ao mesmo tempo (a partir de R$ 50,00 para um plano, R$ 40,00 para dois e R$ 30,00 para três ou mais).

Outras aplicações ¿ Os fundos de previdência são investimentos mais caros, porque incluem taxas de carregamento e de administração. Mas, de acordo com Luiz Jurandir Simões, consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), outra alternativa de aplicação para garantir o futuro dos filhos são os títulos públicos disponíveis para a compra no Tesouro Direto.

O ideal é escolher um papel que tenha vencimento próximo da data de entrada do garoto na faculdade, explica. A dica do professor é pelos títulos públicos pós-fixados, indexados à inflação, já que a educação não costuma se descolar muito dela.  

Para Simões, o mais importante ao decidir guardar dinheiro para os dependentes é fazer um planejamento. É preciso ter uma visão de médio e longo prazo, mas não se pode colocar em risco a estrutura financeira atual pensando no futuro, afirma. Mesmo porque não seria vantajoso ter que mexer nessas economias para liquidar despesas momentâneas.

Segundo ele, até mesmo a poupança pode ser uma alternativa viável, principalmente para quem tem pouco dinheiro. Nesse caso, deve-se começar a juntar desde cedo, para conseguir guardar o suficiente, diz. Outra recomendação seria utilizar a poupança para acumular quantias próximas de R$ 5 mil e, então, investir em fundos de renda fixa, sem sofrer tanto com os descontos das taxas de administração, que são muito altos para baixas quantias aplicadas.

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