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Carreiras
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Analistas de investimento em início de carreira são mais afetados com crise

Cobranças em relação à entrega de relatórios envolvendo companhias abertas levam a problemas de saúde, segundo pesquisa

Redação iG Empregos |

São Paulo ¿ Profissionais mais jovens que atuam na área de investimento, em São Paulo, possuem qualidade de vida inferior àqueles com maior tempo de carreira. É o que aponta pesquisa realizada pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-SP) em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

De acordo com a presidente da Apimec-SP, Lucy Sousa, o levantamento demonstra que os analistas de investimento estão sendo submetidos a tensões e maiores cobranças em relação aos prazos de entrega de relatórios sobre companhias de capital aberto ¿ hoje bastante afetadas com a crise.

Os problemas mais comuns identificados nos profissionais da área são deficiência visual, dor na coluna, travamento nos dentes e gastrite. Em geral, estas pessoas tomam algum tipo de medicamento, diz.

Em contrapartida, segundo o levantamento, 71% dos entrevistados com média de 44 anos não demonstram problemas com ansiedade e depressão. Já os profissionais mais afetados (29%) registram sintomas de depressão e estão na faixa dos 35 anos.

Foram ouvidos 162 profissionais de investimento e analistas durante os meses de maio e junho de 2008, na capital paulista. A média de idade é de 41 anos, sendo o mínimo de 21 e o máximo de 72 anos. A maior parcela dos entrevistados é do sexo masculino, representando 75% do total.

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