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Carneiro e UBS Pactual pagam R$ 600 mil à CVM para evitar processo

SÃO PAULO - O investidor Antonio José de Almeida Carneiro, conhecido como Bode, o Banco UBS Pactual, a UBS Pactual CTVM e o diretor do banco Rodolfo Riechert chegaram a um acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pelo qual pagarão, no total, R$ 600 mil à autarquia, a fim encerrar um processo no qual eram investigados por supostamente terem feito uma oferta pública de ações sem o devido registro. Deste montante, Carneiro arcará com R$ 300 mil, sendo o restante dividido entre os outros envolvidos. De acordo com o parecer técnico da CVM sobre o caso, a investigação teve início após a publicação de uma matéria no Valor que dizia que Carneiro venderia sua fatia de 14,17% das ações PN da Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga no dia 11 de março de 2005, com intermediação da Pactual Corretora.

Valor Online |

A operação movimentou R$ 170 milhões e rendeu corretagem no valor de R$ 850.250.

Ainda segundo o parecer, "o Banco Pactual teria realizado esforços de venda para promover o leilão de ações de emissão da Petróleo Ipiranga, como road shows e contatos com investidores, inclusive enviando relatório sobre a Companhia (intitulado 'Brazil Equity Update - Equity Research', datado de 04.03.05), o que foi constatado através das respostas dos compradores dessas ações aos questionamentos da CVM".

Apesar de negarem as acusações, os envolvidos na investigação apresentaram proposta de termos de compromisso na qual se comprometiam a pagar R$ 170 mil para CVM a fim de encerrar o processo. Após negociação, as partes chegaram a um acordo para que o valor a ser pago fosse de R$ 600 mil, montante ratificado pelo colegiado da autarquia.

(Valor Online)

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