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Carlos Ghosn diz que o pior da crise ainda não chegou

O presidente dos grupos francês Renault e japonês Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, declarou nesta terça-feira que a crise financeira mundial não será superada em várias semanas e que suas conseqüências para o setor automobilístico apenas começaram.

AFP |

"Acho que a crise não será rápida. Devemos nos preparar para enfrentar turbulências num período relativamente longo", advertiu Ghosn, em uma conferência em Tóquio.

"Em 2009, a situação do mercado automobilístico será, no melhor dos casos, moderada, algo que pode se estender até 2010, se a crise financeira não for resolvida até lá", continuou.

O setor está sendo duplamente afetado pela crise financeira, que reduz a quantidade de empréstimos, e pela consequente desaceleração econômica.

"Ainda não vimos o pior. Embora a crise financeira esteja sendo controlada, as conseqüências de um desaquecimento da demanda sobre os empregos vão ser sentidas a partir de agora", disse o presidente da Renault e da Nissan.

Para Ghosn, as empresas devem se concentrar agora nos objetivos de curto prazo, com uma atenção particular em sua tesouraria: "Hoje, a urgência está relacionada à gestão de liquidez", disse.

hih-kap/lm/fp

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