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Cansaço, gafes e até um amor não correspondido

O fracasso da Rodada Doha foi um processo lento, doloroso, repleto de gafes e até de momentos divertidos. Enquanto as regras do comércio internacional eram decididas, ministros misturavam elogios e ofensas e passavam por situações constrangedoras.

Agência Estado |

Durante os últimos 13 dias que passaram em Genebra, alguns ministros tiveram de passar horas tentando achar soluções para questões comerciais. Em um certo momento, sob os 30 graus do verão europeu, as gentilezas foram abandonadas. O ministro do Comércio da Índia, Kamal Nath, ameaçou voltar para casa pelo menos três vezes e irritou os colegas por ler o jornal no meio da negociação.

Fontes que estiveram na sala de reunião revelaram ao Estado que, durante um debate, a representante da Casa Branca, Susan Schwab, disse a Nath que o amava. "Não o suficiente", retrucou o indiano, que queria concessões da americana. O chanceler Celso Amorim interveio para dizer que não falaria naquele momento "delicado" entre os dois ministros.

Outro momento de descontração foi quando a intérprete do ministro japonês cometeu uma gafe na tradução. A OMC, sem um entendimento, decidiu apelar por confessionários (confessionals, em inglês), em que cada ministro falaria de forma individual com o diretor da entidade, Pascal Lamy, sobre sua posição. O japonês concordou em trazer "os professionais" (professionals).

Ontem, Nath ainda cometeu outra gafe. Ao tirar uma foto com Amorim, comentou: "Pena eu não falar espanhol". O chanceler o lembrou que no Brasil se fala português. "Eu sempre me confundo", respondeu Nath, cotado para ser candidato à Presidência da Índia.

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