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Candidatos presidenciais apóiam princípio de acordo sobre plano de resgate

Washington, 28 set (EFE).- Os candidatos presidenciais dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, mostraram hoje seu apoio ao plano de resgate para o sistema financeiro avaliado em US$ 700 bilhões.

EFE |

Em declarações ao programa "This Week" da rede de televisão "ABC", McCain afirmou que quer ver os detalhes do plano pactuado hoje no Congresso, mas, perguntado se o apoiará, disse: "espero que sim".

"Isso é algo que todos nós teremos que enfrentar e seguir adiante com isso", disse o candidato republicano.

No programa, McCain também afirmou que amanhã retomará todas as atividades da campanha eleitoral, que na quarta-feira declarou que estava suspendendo para ajudar nas negociações e tentar levar adiante o plano de resgate.

Obama, que faz hoje campanha em Michigan, também expressou seu apoio ao plano.

"Não é uma causa de comemoração pedir aos contribuintes que tomem este passo extraordinário devido à irresponsabilidade de uns poucos, mas este passo é necessário", disse Obama, em comunicado.

Líderes republicanos e democratas, com apoio do secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, anunciaram o acordo na madrugada de hoje, depois de um dia de longas reuniões.

Obama afirmou, em seu comunicado, que o acordo "parece" respeitar os quatro princípios que ele defendeu.

O senador por Illinois insistiu em que o plano deveria criar um conselho supervisor independente para controlar a despesa, dar aos contribuintes direitos de compra de ações das empresas que se beneficiarem, limitar o salário de seus diretores e ajudar os donos de casas com dificuldades para pagar a hipoteca.

Obama culpou "a especulação irresponsável, a avareza em Wall Street e a falta de supervisão em Washington" pela crise.

O senador por Illinois pediu que, além deste pacote, o Congresso aprove um plano de estímulo econômico de emergência, que invista em transporte, educação e saúde, e amplie o seguro-desemprego. EFE mv/an

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